Profissionalismo e proximidade dos farmacêuticos alentejanos
12 Jul'17 | Alentejo

Profissionalismo e proximidade dos farmacêuticos alentejanos

Sob o tórrido e típico calor de verão alentejano, a bastonária da Ordem dos Farmacêuticos, Ana Paula Martins, visitou nos dias 10 e 12 de julho os colegas dos distritos de Beja e Évora, para mais um conjunto de visitas integradas no projeto “Roteiros Farmacêuticos”. Hospitais, farmácias e laboratórios de análises clínicas fizeram parte de um mais um percurso que evidenciou a multiplicidade de intervenções dos farmacêuticos, também no interior do país.


[A acompanhar a bastonária em algumas destas visitas do Roteiro Farmacêutico pelo Alentejo estiveram a presidente da Direção e o presidente do Conselho Jurisdicional da Secção Regional do Sul e Regiões Autónomas, Ema Paulino e Fernando Miranda, respetivamente, e o vice-presidente da Associação Portuguesa de Estudantes de Farmácia (APEF), Manuel Talhinhas]

SERVIÇOS FARMACÊUTICOS HOSPITALARES

O Roteiro Farmacêutico pela região do Alentejo iniciou-se com a visita à Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo (ULSBA), em Beja, onde a bastonária foi recebida pela presidente do Conselho de Administração, Conceição Margalho, numa reunião que contou também com a participação da diretora dos Serviços Farmacêuticos, Vitória Samudio.  

As três responsáveis analisaram algumas especificidades da atividade desta unidade hospitalar, desde a organização e articulação com os cuidados de saúde primários à dificuldade em captar profissionais de saúde no interior do País.

No que à Farmácia Hospitalar diz respeito, foi aprofundado o tema das ações inspetivas realizadas pelo Infarmed, muito particularmente as não-conformidades detetadas na preparação de citotóxicos no hospital de dia da ULSBA, neste momento a cargo de enfermeiros.

O hospital vive atualmente um impasse nesta matéria, devido aos sucessivos atrasos no início das obras na câmara de fluxo laminar. Só após a conclusão deste projeto os farmacêuticos vão assumir responsabilidades nesta área, tendo já sido recrutados quatro novos colaboradores para essas funções – dois farmacêuticos e dois técnicos –, que já receberam formação para o efeito em duas unidades de saúde em Lisboa, faz já quase um ano.

A este propósito, a bastonária recordou experiências de colegas de outros hospitais que tem visitado no âmbito dos Roteiros Farmacêuticos. Ana Paula Martins assegurou que muitos entraves, barreiras e dificuldades que os farmacêuticos hospitalares sentem no seu dia-a-dia poderiam ter sido facilmente ultrapassados com um melhor planeamento na remodelação das infraestruturas e com o seu envolvimento nos projetos de renovação das instalações. Para a bastonária, estes profissionais facilmente detetariam incongruências e requisitos técnicos não preenchidos que condicionam a sua atividade.

Na conversa com a presidente do Conselho de Administração foi também reforçada a importância do acesso ao registo clínico dos doentes pela equipa da farmácia hospitalar, não necessariamente por toda a equipa de sete farmacêuticos, mas fundamentalmente por todos aqueles que estão envolvidos em atividades assistenciais, nomeadamente juntos dos doentes em ambulatório.

Esta ferramenta revela-se fundamental em atividades como a validação da prescrição ou na monitorização da terapêutica dos doentes, tal como já acontece na área da hepatite, em que é disponibilizado o acesso físico ao processo clínico do doente. A bastonária e a presidente do hospital concordaram que este tema deverá ser alvo de análise e parecer da Comissão de Farmácia e Terapêutica.

Dois dias depois, na visita aos Hospital do Espírito Santo (HES), em Évora, a bastonária esteve reunida com todo o Conselho de Administração, num encontro que teve também a presença do presidente da Administração Regional de Saúde (ARS) do Alentejo, José Robalo, que acompanhou aos Serviços Farmacêuticos, dirigidos pela farmacêutica especialista Luísa Pereira.

Também nesta unidade hospitalar se evidenciaram as dificuldades na captação e fixação de recursos humanos. Segundo explicou a presidente, o HES tem a vocação de um hospital central para toda a zona do Alentejo, mas um financiamento público que não corresponde a toda área de influência indireta, num total de quase 500 mil pessoas.

O grande projeto e ambição destes responsáveis e dos profissionais que aí trabalham é a construção do novo hospital, projeto que o ministro da Saúde já anunciou poder ser lançado no próximo ano e que irá contribuir, seguramente, para ultrapassar as dificuldades suscitadas por um hospital com mais de quinhentos anos de histórias.

Os Serviços Farmacêuticos estão sedeados num edifício contíguo, com instalações próprias que asseguram o cumprimento dos mais exigentes normativos de segurança e a qualidade da assistência medicamentosa aos doentes.

No percurso pelas instalações da farmácia, a diretora técnica e restantes dirigentes hospitalares foram apresentando a equipa de colaboradores, as suas responsabilidades e principais operações, sendo unanimemente enaltecida a excelente relação com a restante equipa de profissionais de saúde do hospital, conforme foi aliás testemunhado pela diretora clínica, quando se referiu às reuniões semanais entre a equipa médica e de farmacêuticos para análise do plano terapêutico dos doentes.

A diretora técnica da farmácia realçou também que o exercício profissional em Farmácia Hospitalar abrange hoje várias novas valências, dando como exemplo a intervenção dos farmacêuticos hospitalares na avaliação da inovação terapêutica ou no acompanhamento dos doentes em ambulatório.

Esta responsável advertiu, no entanto, que as fragilidades da Farmácia Hospitalar em termos de recursos humanos podem colocar em causa a segurança dos doentes e reforçou a importância das unidades hospitalares estarem preparadas para alterações de pessoal. Conforme recordou, quando a equipa perde um farmacêutico, de forma temporária ou permanente, são necessários mais quatro ou cinco anos de preparação do novo colega para que possa assumir as mesmas responsabilidades.


SERVIÇOS FARMACÊUTICOS DA ARS ALENTEJO

Após esta visita ao HES, o presidente da ARS Alentejo conduziu a comitiva da OF numa visita aos Serviços Farmacêuticos da ARS, sedeados no edifício da Unidade de Saúde Familiar "Sol”, inaugurada em Évora há cerca de um mês pelo secretário de Estado da Saúde. Estes Serviços Farmacêuticos da ARS Alentejo prestam apoio aos cuidados de saúde primários (10 unidades de saúde familiar e 8 centros de saúde).

A diretora, Magda Ornelas, apresentou as atividades desenvolvidas e explicou a organização do departamento, assente em armazéns avançados em cada uma das unidades, em que a gestão do stock é feita em parceira com os enfermeiros e gerida à distância, com informação em tempo real sobre consumos e necessidades de reposição.

Entre os temas abordados com o presidente da ARS, José Robalo, estiveram também a dinamização da Comissão de Farmácia e Terapêutica da ARS e a implementação de um projeto-piloto pelos Serviços Farmacêuticos ARS para promover a reconciliação da terapêutica dos doentes que são internados no HES, bem como dos doentes que recebem alta e passam a ser seguidos nos cuidados de saúde primários.


LABORATÓRIOS DE ANÁLISES CLÍNICAS

Neste roteiro pelo Alentejo, a bastonária visitou também dois laboratórios de análises clínicas, em Évora e Beja, que são exemplos vivos de resistência e dedicação dos farmacêuticos analistas a um modelo de proximidade aos meios complementares de diagnóstico e terapêutica (MCDT).

Um pouco por todo o país, verificam-se encerramentos, vendas ou transformações em postos de colheita de muitas destas unidades de pequena e média dimensão, quando até há poucos anos a rede de laboratórios de proximidade cobria o país de forma homogénea, garantindo elevada acessibilidade aos meios de diagnóstico.

As poucas unidades que ainda restam no interior do país combinam os problemas relacionados com a interioridade e desertificação com decisões das administrações hospitalares locais de internalização das análises clínicas, condicionando a atividade dos operadores convencionados com o Serviço Nacional de Saúde.

Em Beja, a bastonária visitou o Laclibe - Laboratório de Análises Clínicas de Beja, uma unidade fundada há mais de 30 anos pelos farmacêuticos José Augusto Parreira Cardoso e Fernando Fernandes, aos quais se juntou depois o colega Armindo Gonçalves, que assume atualmente a direção técnica.

Com mais de uma dezena de postos de colheira espalhados pela região – um em cada sede dos concelhos do distrito de Beja –, o Laclibe é o único laboratório clínico sedeado no Baixo Alentejo. Tem um quadro de pessoal composto por de 23 colaboradores, 4 dos quais farmacêuticos, na sua maioria especialistas em Análises Clínicas pela Ordem dos Farmacêuticos.

Ao longo destes anos, foi investindo fortemente em equipamentos e instalações que alargaram o leque de valências e capacidade instalada. No entanto, em 2011, a ULSBA decretou a internalização das análises clínicas no hospital e no laboratório de saúde pública, justificando a decisão com esse mesmo aproveitamento da capacidade instalada.

No início, recorda Armindo Gonçalves, os doentes podiam continuar a ir aos laboratórios privados, mas depois alteraram o formato da requisição e deixou de ser aceite para efeitos de comparticipação, colocando em causa, em termos práticos, o regime de convenções que baliza a relação entre o Estado e os operadores privados nesta área.

Apesar de uma diminuição drástica no número de utentes e, consequentemente, do volume de faturação, o Laclibe vai garantindo a sua sobrevivência com um serviço de qualidade e comodidade para o doente, que é valorizado principalmente por utentes de outros subsistemas e seguros de saúde.

A preocupação destes responsáveis foi transmitida pela bastonária à presidente do Conselho de Administração da ULSBA, em especial sobre o eventual alargamento da medida a outros concelhos circundantes, o que colocaria em causa a viabilidade dos postos de colheita e do próprio laboratório.

Da parte da administração, a bastonária registou com agrado a posição de principio manifestada e a confiança no compromisso de se proceder a uma avaliação séria e serena, distante de quaisquer ideologias políticas, que permita aferir as vantagens económicas e também sociais de um e outro modelo de acesso aos MCDT.  

Estes temas estiveram também em cima da mesa na visita ao Laboratório de Análises Clínicas Dr. Flaviano Gusmão, em Évora, dirigido pelo farmacêutico analista clínico Fernando Calisto, que seguiu um legado deixado por duas gerações de uma família de farmacêuticos de Évora, que deu nome ao laboratório.

Em 1990, já sob a gerência de Fernando Calisto, deu-se a adesão grupo Labco, num modelo de sociedade de laboratórios que, de acordo com este responsável, garante a autonomia técnica, científica e na gestão das unidades locais e regionais e que permite a partilha de recursos e uma economia de escala.

O Laboratório Dr. Flaviano Gusmão atende cerca de 400 utentes por dia, num universo de mais de 50 postos de colheira espalhados por todo o Alentejo. Na visita às instalações desta unidade, a bastonária felicitou a equipa de colaboradores e reencontrou colegas farmacêuticos do ramo das Análises.

Foi assim possível conhecer o enquadramento a atividade destas unidades de saúde na região de Évora, os desafios e oportunidades que se colocam a estes operadores e aos farmacêuticos, designadamente as suas necessidades formativas e de desenvolvimento profissional.

A bastonária assegurou a estes responsáveis que o setor das Análises Clínicas será alvo de uma reflexão cuidada sobre o seu futuro, sendo premente a definição de uma estratégia que preveja um modelo organizativo que assegure aos doentes a qualidade e proximidade ao diagnóstico clínico, independentemente da natureza dos operadores e garantindo a complementaridade com o setor público onde ela é efetivamente necessária.


FARMÁCIAS COMUNITÁRIAS

O percurso deste Roteiro envolveu ainda visitas a três farmácias comunitárias em diferentes zonas do Alentejo: a Farmácia Alentejana, em Castro Verde, a Farmácia Paços, em Évora, e a Farmácia Central, em Mora. Em todas estas visitas, a bastonária explicou o processo legislativo em curso para regulamentação do conjunto de serviços que podem ser disponibilizados nas farmácias por farmacêuticos e por outros profissionais.

Em Castro Verde, a bastonária foi conhecer o projeto vencedor do Prémio João Cordeiro Inovação em Farmácia. À chegada, a diretora técnica, Celeste Caeiro, apresentou a equipa de colaboradores, entre os quais quatro farmacêuticos, e as instalações da farmácia, dando especial ênfase ao gabinete de Serviços Farmacêuticos, que garante um atendimento personalizado e especializado aos seus utentes.

Celeste Caeiro descreveu então o Sistema Personalizado de Dispensa de Medicamentos que implementou na sua farmácia e que valeu a distinção no final do ano passado, abrangendo cerca de 40 doentes. Embora em contante desenvolvimento e aperfeiçoamento, a diretora técnica pretende agora alargar a sua utilização a outros colegas, existindo entidades interessadas na sua distribuição.

A farmacêutica descreveu também o projeto em curso com uma associação local – a comunidade terapêutica Quinta Horta da Nora, da Associação de Recuperação de Toxicodependentes – para preparação e entrega da medicação.

A bastonária reconheceu a mais-valia destes serviços personalizados, que, em seu entender, deveriam ser remunerados, e até comparticipados pelo Estado, por exemplo, para doentes com três ou mais patologias. Além de minimizar os erros de medicação, o serviço facilita a adesão à terapêutica, em particular em doentes idosos polimedicados, em que a introdução de nova medicação ou de um novo medicamento genérico levanta sempre algumas dúvidas.

Também na Farmácia Paços em Évora, a bastonária ficou a conhecer os vários serviços prestados pela equipa de farmacêuticos, em especial no domínio da preparação de manipulados, área em que a farmácia se assume como uma referência na região.

O proprietário e diretor técnico, António Paços, e a filha, Raquel Paços, também farmacêutica, descreveram a relação com os seus utentes e o envolvimento em algumas ações de rua, junto da comunidade, como foram os recentes casos no Dia da Criança e na Meia Maratona de Évora, em que a Farmácia Paços foi chamada a colaborar em diferentes moldes.

O carácter generoso e altruísta deste farmacêutico revela-se também nos apoios a várias coletividades da cidade de Évora. Recentemente, ofereceu tocas para as crianças do clube de natação local, mas tem vindo apoiar também várias outras iniciativas na região, designadamente o clube da cidade, o Lusitano de Évora.

A última etapa do Roteiro pelo Alentejo passou pela vila de Mora, a norte de Évora. Na visita à Farmácia Central, a bastonária observou um serviço diferenciado, personalizado, que se destaca logo à chegada pelo convite que é dirigido aos utentes para sentarem diante do farmacêutico, sem a pressa caraterística dos grandes centros urbanos.

Este simples gesto enriquece o ato de dispensa e aconselhamento farmacêutico, fomentando a relação de proximidade e a abertura para deteção de eventuais complicações relacionadas com medicamentos ou com a saúde dos utentes.

Os colegas farmacêuticos comunitários Mónica Condinho e Carlos Sinogas apresentaram este modelo de atendimento, cujos resultados são visíveis no próprio relacionamento com os utentes, que numa povoação como Mora, com cerca de 5 mil habitantes é de natural proximidade e afinidade.

A Farmácia Central disponibiliza uma Consulta Farmacêutica que é altamente requisitada e também estimada pela população, para aconselhamento e acompanhamento nas mais variadas áreas, como a diabetes, hipertensão, gravidez, entre outras, e dispõe de um sistema de Preparação Individualizada da Medicação para doentes polimedicados.

No final destas visitas a bastonária elogiou o rigor e o profissionalismo de todos estes farmacêuticos, que junto de populações mais isoladas e envelhecidas desempenham um papel social fundamental e são merecedores da sua confiança, num valor inestimável para toda a profissão.

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